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Peregrino da eternidade

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Peregrino da eternidade
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Série Star Trek: Phase II
Número 9
Título original Pilgrim of Eternity
Data de lançamento 22 de maio do 2013
Episódios
anterior
Kitumba
seguinte
Lolani

Peregrino da eternidade é o nono episódio da série fanon Star Trek: Phase II. Estreou-se em 22 de maio do 2013.

Argumento Editar

Data estelar 6147.3. Quando a Enterprise se encontra com uma anomalia, o alienígena chamado Apolo da mitologia grega que tentou escravizar a tripulação em Pollux İV, aparece a bordo da Enterprise bem mais velho e doente. O Kirk terá de decidir o que fazer com ele para salvá-lo ou deixá-lo morrer, já que o Apolo diz que a única maneira para sobreviver é ficar num planeta com uma civilização primitiva. Mas o Scotty pensa que o Apolo só quer voltar a ser um deus e dominar outra espécie.

Resumo detalhado Editar

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Esta poderia ser uma continuação do episódio 33 (Quem chora por Adonis?) da série original.

Data estelar 6147.3. A tripulação da USS Enterprise (NCC-1701) estão a pesquisar fugas de energia misteriosas dumas estações, quando se encontram com um artefacto alienígena, que começa a tirar energia da nave. Vêem-se obrigados a destruir o artefacto para salvarem-se, no entanto Spock detecta duas formas de vida nele.

As duas formas depois materializam-se na ponte, um dos quais é o alienígena conhecido historicamente como o deus grego Apolo. A tripulação tinha tratado previamente com ele só um par de anos antes, mas agora envelheceu consideravelmente. Diz que foi exposto à energia de drenagem do Reino, a estrutura destruída, construída para assegurar a imortalidade, mas que tinha funcionado mal e matou todos os outros da sua raça. Ele diz ao princípio que já não deseja ter à humanidade a adorar-lhe outra vez, mas após uma breve estadia na enfermaria, começa a voltar a procurar a adoração com o seu canto e a narração de contos. Quando o capitão James T. Kirk exige falar com ele a respeito dos seus comportamentos, utiliza os seus poderes psíquicos no capitão e outros para tentar fazer com que cumpra a adoração.

A nova conselheira da nave chamada Elise McKennah, quem tinha começado a estar apaixonada pelo Apolo, dispara um fáser para que ele deixe de pôr em perigo a vida do capitão. Apolo é levado à enfermaria de novo, desta vez sob contenção. Spock conjectura que Apolo é incapaz de controlar o seu desejo de ser adorado pela força. Apolo surpreende à tripulação mediante o pedido de que o doutor Leonard McCoy lhe opere para eliminar o órgão que lhe dá o poder de converter a adoração humana em energia vital. A operação é um sucesso, mas deixa a Apolo numa condição muito debilitada. Não há consenso se podem conceder-lhe o seu desejo de viver nos seus últimos dias num planeta com uma forma de vida, com dúvidas restantes quanto à sua intenção real.

Enquanto isso, os restos do reino seguem causando dificuldades, o que resulta na perda dum membro da tripulação enquanto ele e Hikaru Sulu estão a tirar escombros do capacete da Enterprise. Montgomery Scott está com um método para eliminar os restos, com um pulso electromagnético, mas enquanto fá-lo, Nyota Uhura fica gravemente ferida por um descarga electrostática e morre, enquanto na enfermaria, Apolo, sendo testemunho disto, levanta-se da sua cama e coloca as suas mãos sobre Uhura, e apesar duma advertência de Spock para conservar a sua própria energia, é capaz de fazer voltar Uhura à vida. Apesar de que se desmorona ao finalizar, se recupera com mais energia do que a que tinha antes da cirurgia.

Kirk, depois duma lógica de Spock, conjectura que a verdadeira fonte do poder de Apolo pode estar no acto de sacrifício, que Apolo admite que nunca o tinha considerado em todos os seus séculos de adoração forçada de seres humanos. A equipa está de acordo em colocar Apolo num planeta com humanoides, no nível aproximado do século 14 da Terra. Após uma cena humorística com Kirk e McCoy burlando-se Spock a respeito do que teria feito Apolo se tivesse encontrado os vulcanianos sem emoções, a história salta até um ano depois, mostrando Apolo a ajudar os nativos, bem mais jovem e sem canas.

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Essa poderia ser uma continuação do episódio 33 (Quem chora por Adonis?) da série original.

Data estelar 6147.3. A tripulação da USS Enterprise (NCC-1701) estão pesquisando fugas de energia misteriosas de umas estações, quando se encontram com um artefato alienígena, que começa a tirar energia da nave. Ficam obrigados a destruir o artefato para se salvarem, porém Spock detecta duas formas de vida nele.

As duas formas depois são materializdas na ponte, um dos quais é o alienígena conhecido historicamente como o deus grego Apolo. A tripulação tinha tratado previamente com ele só um par de anos antes, mas agora envelheceu consideravelmente. Diz que foi exposto à energia de drenagem do Reino, a estrutura destruída, construída para assegurar a imortalidade, mas que tinha funcionado ruim e matou todos os outros de sua raça. Ele diz ao princípio que já não deseja ter à humanidade lhe adorando outra vez, mas após uma breve estância na enfermaria, começa a voltar a buscar a adoração com seu canto e a narração de contos. Quando o capitão James T. Kirk exige a falar com ele a respeito de seus comportamentos, utiliza seus poderes psíquicos no capitão e outros para tentar fazer ele cumprir a adoração.

A nova conselheira da nave chamada Elise McKennah, quem tinha começado a estar apaixonada por Apolo, dispara um fêiser para que ele deixe de pôr em perigo a vida do capitão. Apolo é levado à enfermaria de novo, desta vez sob contenção. Spock conjetura que Apolo é incapaz de controlar seu desejo de ser adorado pela força. Apolo surpreende à tripulação mediante o pedido de que o doutor Leonard McCoy lhe opere para eliminar o órgão que lhe dá o poder de converter a adoração humana em energia vital. A operação é um sucesso, mas deixa Apolo em uma condição muito debilitada. Não há consenso se pode ser feito seu desejo de viver em seus últimos dias em um planeta com uma forma de vida, com dúvidas restantes quanto a sua intenção real.

Enquanto isso, os restos do reino seguem causando dificuldades, o que resulta na perda de um membro da tripulação enquanto ele e Hikaru Sulu estão tirando escombros do capacete da Enterprise. Montgomery Scott está com um método para eliminar os restos, com um pulso electromagnético, mas enquanto faz, Nyota Uhura fica gravemente ferida de uma descarga electrostática e morre, enquanto na enfermaria, Apolo, sendo testemunho disto, se levanta de sua cama e coloca suas mãos sobre Uhura, e apesar de uma advertência de Spock para conservar sua própria energia, é capaz de fazer voltar Uhura à vida. Apesar de que fica tonto ao finalizar, se recupera com mais energia do que a que tinha antes da cirurgia.

Kirk, depois de uma lógica de Spock, conjetura que a verdadeira fonte do poder de Apolo pode estar no ato de sacrifício, que Apolo admite que nunca tinha considerado em todos seus séculos de adoração forçada de seres humanos. A equipe está de acordo em colocar Apolo em um planeta com humanoides, no nível aproximado do século 14 da Terra. Após uma cena humorística com Kirk e McCoy se debochando Spock a respeito do que teria feito Apolo se tivesse encontrado os vulcanianos sem emoções, a história pula até um ano depois, mostrando Apolo ajudando aos nativos, bem mais jovem e sem canas.

Elenco Editar

Principais Editar

Convidados Editar

  • Michael Forest como Apolo
  • Diana Hale como Atena
  • Marina Sirtis como a voz do computnador
  • Doug Drexler como Paladino
  • Jamie Bamber como Simone

Baixadas Editar

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