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Sangue e fogo

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Sangue e fogo
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Série Star Trek: Phase II
Número 4 e 5
Título original Blood and Fire
Data de lançamento 20 de dezembro do 2008 (Parte I)
20 de novembro do 2009 (Parte II)
Episódios
anterior
Uma vida para lembrar
seguinte
Inimigo: Frota Estelar

Sangue e fogo é o quarto e quinto episódio da série fanon Star Trek: Phase II. Está dividido em duas partes. A primeira parte estreou-se em 20 de dezembro do 2008 e a segunda parte estreou-se em 20 de novembro do 2009.

Argumento Editar

Data estelar 6429.2. Atacada e perseguida pelos klingons, a tripulação da USS Enterprise tem de responder a um chamado de socorro duma nave de pesquisas da Federação. Em questão de horas a nave será consumida por uma estrela próxima. E para piorar, as duas naves ainda têm de enfrentar uma terrível ameaça, enquanto os klingons esperam e observam.

Resumo detalhado Editar

Parte 1 Editar

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Introdução Editar

O episódio começa numa batalha que se está a realizar entre a nave USS Enterprise (NCC-1701) e a nave klingon Dark Destroyer do capitão Kargh. A Enterprise está danada e está a dar voltas, e Pavel Chekov chama à nave корова' (vaca), e devolve o fogo. A nave klingon oculta-se e vai-se embora, e James T. Kirk pede-lhe a Montgomery Scott mais energia. Kirk diz a Chekov que não chame a Enterprise de novo «alce grande e torpe», e Chekov diz que não era «alce», senão «vaca». Kirk promete aos klingons que este ataque terá consequências.

Acto 1 Editar

O sobrinho de Kirk, Peter Kirk, foi atribuído à Enterprise como alferes, e Kirk está preocupado por ele. A enfermaria está saturada de feridos, e o tenente Alex Freeman está a entreter-se muito com Peter, quem só tem ferimentos leves. Leonard McCoy diz que há feridos mais graves. McCoy diz a Alex que tem de tratar Peter como mais um, e diz que ajude à enfermeira Fontana, e ele encarregar-se-á dos feridos graves. Nyota Uhura detecta um telefonema de auxílio da USS Copernicus, uma nave científica. Kirk pergunta a Spock se é que há alguma nave mais da Federação na zona, e Spock diz que a Enterprise é a única nave na zona, e estão bem perto da Copernicus. Ademais, a nave klingon não supõe uma ameaça. Kirk pede a Scott velocidade de dobra 4, mas Scott só pode dar-lhe dobra 2.

Kirk pediu a Spock formar uma equipa de resgate, e quando Spock elegeu Peter, Kirk diz que o não irá, e apanhará Freeman no seu lugar. Na cabine de Peter e Xon, Peter diz que Kirk é um «teimoso e estúpido filho da puta» porque lhe tirou da equipa de resgate. Xon diz que pede demasiado de Kirk, só é um simples humano, mas Peter diz que é James T. Kirk. Xon diz que tem de ir ao seu posto, e vai-se embora. Então vem Alex Freeman, quem se revela que é o namorado de Peter, e os dois som homossexuais. Na cama, Alex deita uma olhadela ao ferimento de Peter, e logo Alex diz a Peter que Kirk elegeu-lhe a ele no seu lugar. Peter diz que poderiam revelar a sua relação e casar-se na Enterprise, com Kirk, e Alex aceita. Logo Peter diz a Alex: «Tens de ser valente pelos dois», e os dois caem da cama e riem.

Na ponte observam um casal de estrelas, uma gigante vermelha e uma anã azul. A gigante vermelha chama-se Lear, pelo rei Lear de Shakespeare. A anã azul é Yago. Chekov detecta que a sua órbita lhes levará para a estrela e arderão, Spock diz que em 18 horas. Uhura não sabe quantos sinais de vida há porque há demasiadas interferências para uma leitura clara. Kirk pede igualar a órbita a distância de transporte.

Acto 2 Editar

Data estelar 6429.2. A Enterprise não pode detectar sinais de vida, nem têm energia para levar a Copernicus fora de perigo. A equipa de resgate procurará sobreviventes e recuperará os diários o mais rápido possível. Peter vem falar com Kirk de maneira oficial, e pergunta-lhe por que lhe tirou da equipa, e por isso terá que pedir uma deslocação para evitar favoritismos, junto ao seu futuro marido, o tenente Alex Freeman, se Kirk quiser casar-lhes. Kirk surpreende-se e diz que farão o casamento ao finalizar a missão, e concede-lhe a Peter unir à missão. Kirk descobre que era o único em sabê-lo.

Na sala de transportadores, Xon detecta campos repulsores na nave, a conter alguma coisa. Peter vem, e diz que o seu tio disse que sim. Vincent DeSalle diz a Mikhail Hodel que ganhou a sua aposta sobre Peter e deve-lhe 20. Kirk diz que terão de trabalhar rápido, para que os klingons não lhes detectem. Spock atribui a Janice Rand e a Mikhail Hodel recuperar o diário, Alex Freeman e Vincent DeSalle buscarão sobreviventes, e Peter ficará com Spock. São transportados, e Kirk está preocupado pelo seu sobrinho. McCoy lembra-lhe que já é adulto.

Na Copernicus, encontram ondículas, um fenómeno que mostra as características de onda e partícula, e tocam Hodel. Freeman tem dificuldades para poder analisá-lo. Mais tarde descobrem a ponte, mas foi soldado, e têm de usar o acesso manual. Kirk pede a Uhura enviar ao Mando da Frota uma revisão dum Código 9. Na ponte, encontram ao capitão morto.

Acto 3 Editar

Na ponte da Copernicus, Freeman descobre que não há sangue no corpo do capitão, nem uma pinga. Todas as consolas da ponte estão destruídas, e não se pode fazer nada. Na Enterprise, Chekov descobre signos vitais que vêm para a ponte, e aparece um tripulante ferido. O tripulante chama-se Ahrens, e diz que todos morrerão, porque chegaram demasiado tarde. Logo pede que lhe matem, rouba o fáser de Peter e se suicida. Começam a voar ondículas, e Chekov diz que outra coisa se dirige à ponte, e não é Ahrens.

Spock diz que não podem fazer nada, toda a nave está contaminada. Kirk pergunta a Scotty sobre o biofiltro do transportador, e ele responde que o feixe não deixará passar a partícula, mas sim a onda. E isso será suficiente, passarão. E só poderão fazê-lo se tiverem 6 ou 7 campos concêntricos repulsores que forem o bastante potentes. Mas não têm a energia suficiente. Spock diz que a equipa não se transportará de volta para não infectar a Enterprise.

McCoy leva Kirk ao turbo-elevador, e revela que a Copernicus tem plasmócitos, que são sanguessugas regulanas. O Sistema Regulano pôs-se em quarentena de mais de 100 anos, mas a Copernicus se calhar violou a quarentena. Na Copernicus, seguem buscando um acesso aos registos da nave. Param-se, e Peter fala com Alex sobre Kirk e sobre a sua última conversação de casarem-se. Alex quer falar sobre a sua família, mas Peter encontrou alguma coisa e diz-lho a Spock.

Na sala de reuniões, falam das desfeitas dos klingons, e que alguns levam três turnos sem dormir. Scott fala das dançarinas áureas, e Chekov diz que ele as verá porque é russo. Scott diz a Chekov que se encontrar a alguém que houver visto uma dançarina áurea, pesquise o que está a beber, e peça-lhe uma caixa. O Comando da Frota Estelar fala com Kirk, e ordena-lhe destruir a Copernicus com todos abordo.

Acto 4 Editar

Kirk fala à tripulação dos plasmócitos, e Kirk diz que quando Spock houver transferido os diários da Copernicus, todos apartar-se-ão das suas consolas, e ele pessoalmente destruirá a Copernicus. E quando o confirmaram, Kirk enviará a sua demissão ao Comando da Frota Estelar e Scott assumirá o comando da Enterprise. Scott nega-se, e Kirk diz a Uhura que ela assumirá o comando e porá Scott sob arresto. Uhura nega-se, e também Chekov e McCoy. Kirk diz que ele deveria prendê-los a todos por insubordinação, mas nunca esteve mais orgulhoso deles.

Kirk fala com Spock sobre a ordem da Frota Estelar, e Spock diz que não há tempo para falar. Enquanto isso, Peter fala com Hodel sobre o seu casamento com Alex, e logo conseguem aceder aos registos. Hodel diz que demorará 3 minutos, e Peter fala-lhe de como conheceu Alex. Então Hodel é atacado e devorado pelas sanguessugas, e não pode salvá-lo. Vêem-se os ossos e o sangue de Hodel, meio devorado, e Peter decide disparar-lhe com o seu fáser para que não sofra.

As sanguessugas vão a por Peter, e então os demais vêm proteger a Peter, e encerram-se num turbo-elevador. As sanguessugas seguem vindo, e com cada disparo, são mais agressivas. Spock pede a Peter acalmar-se, e selam o turbo-elevador. Então falam da ordem da Frota Estelar de destruir a nave, quando umas sanguessugas começam a fundir a porta do turbo-elevador para assassinar o resto da equipa…

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Introdução Editar

O episódio começa em uma batalha que está se realizando entre a nave USS Enterprise (NCC-1701) e a nave klingon Dark Destroyer do capitão Kargh. A Enterprise está danada e está dando voltas, e Pavel Chekov chama à nave корова (vaca), e devolve o fogo. A nave klingon fica oculta e vai embora, e James T. Kirk pede a Montgomery Scott mais energia. Kirk diz a Chekov que não chame a Enterprise de novo «alce grande e torpe», e Chekov diz que não era «alce», era «vaca». Kirk promete aos klingons que este ataque terá consequências.

Ato 1 Editar

O sobrinho de Kirk, Peter Kirk, foi atribuído à Enterprise como alferes, e Kirk está preocupado por ele. A enfermaria está saturada de feridos, e o tenente Alex Freeman está se entretendo muito com Peter, quem só tem feridas leves. Leonard McCoy diz que há feridos mais graves. McCoy diz a Alex que tem que tratar Peter como mais um, e diz que ajude à enfermeira Fontana, e ele se encarregará dos feridos graves. Nyota Uhura detecta uma chamada de auxílio da USS Copernicus, uma nave científica. Kirk pergunta a Spock se tem alguma nave mais da Federação na zona, e Spock diz que a Enterprise é a única nave na zona, e estão bem perto da Copernicus. Além disso, a nave klingon não supõe uma ameaça. Kirk pede a Scott velocidade de dobra 4, mas Scott só pode lhe dar dobra 2.

Kirk pediu Spock para formar uma equipe de resgate, e quando Spock elegeu Peter, Kirk diz que ele não irá, e pegará a Freeman em seu local. Na cabine de Peter e Xon, Peter diz que Kirk é um «teimoso e estúpido filho da puta» porque levou ele para fora da equipe de resgate. Xon diz que pede demasiado de Kirk, só é um simples humano, mas Peter diz que é James T. Kirk. Xon diz que tem que estar em seu posto, e vai embora. Então vem Alex Freeman, quem é revelado que é o namorado de Peter, e os dois são homossexuais. Na cama, Alex lança um olhar à ferida de Peter, e depois Alex diz a Peter que Kirk elegeu a ele em seu local. Peter diz que poderiam revelar sua relação e se casar na Enterprise, com Kirk, e Alex aceita. Depois Peter diz a Alex: «Você tem que ser valente pelos dois», e os dois caem da cama e riem.

Na ponte observam um casal de estrelas, uma gigante vermelha e uma anã azul. O nome da gigante vermelha é Lear, pelo rei Lear de Shakespeare. O nome da anã azul é Yago. Chekov detecta que sua órbita lhes levará para a estrela e arderão, Spock diz que em 18 horas. Uhura não sabe quantas sinais de vida há porque há demasiadas interferências para uma leitura clara. Kirk pede igualar a órbita a distância de transporte.

Ato 2 Editar

Data estelar 6429.2. A Enterprise não pode detectar sinais de vida, nem têm energia para rebocar a Copernicus fora de perigo. A equipe de resgate buscará sobreviventes e recuperará os diários o mais rápido possível. Peter vem para falar com Kirk de maneira oficial, e pergunta por que levou ele para fora da equipe, e por isso terá que pedir um translado para evitar favoritismos, junto de seu futuro marido, o tenente Alex Freeman, se Kirk quiser lhes casar. Kirk fica surpreendido e diz que farão o casamento ao finalizar a missão, e concede a Peter unir à missão. Kirk descobre que era o único em saber isso.

Na sala de transportadores, Xon detecta campos repulsores na nave, para conter alguma coisa. Peter vem, e diz que seu tio disse que sim. Vincent DeSalle diz a Mikhail Hodel que ganhou sua aposta sobre Peter e deve 20. Kirk diz que terão que trabalhar rápido, para que os klingons não lhes detectem. Spock atribui a Janice Rand e a Mikhail Hodel recuperar o diário, Alex Freeman e Vincent DeSalle buscarão sobreviventes, e Peter ficará com Spock. São transportados, e Kirk está preocupado por seu sobrinho. McCoy lembra para ele que já é adulto.

Na Copernicus, encontram ondículas, um fenômeno que mostra as caraterísticas de onda e partícula, e tocam Hodel. Freeman tem dificuldades para poder analisá-lo. Mais tarde descobrem a ponte, mas foi soldado, e têm que usar o acesso manual. Kirk pede a Uhura enviar ao Comando da Frota uma revisão de um Código 9. Na ponte, encontram ao capitão morto.

Ato 3 Editar

Na ponte da Copernicus, Freeman descobre que não há sangue no corpo do capitão, nem uma gota. Todas as consolas da ponte estão destruídas, e não pode ser feito nada. Na Enterprise, Chekov descobre signos vitais que vêm para a ponte, e aparece um tripulante ferido. O nome do tripulante é Ahrens, e diz que todos morrerão, porque chegaram demasiado tarde. Depois pede para lhe matarem, rouba o fêiser de Peter e se suicida. Começam a voar ondículas, e Chekov diz que outra coisa se dirige à ponte, e não é Ahrens.

Spock diz que não podem fazer nada, toda a nave está contaminada. Kirk pergunta a Scotty sobre o biofiltro do transportador, e ele responde que o feixe não deixará passar a partícula, mas sim a onda. E isso será suficiente, passarão. E só poderão fazer isso se tiverem 6 ou 7 campos concêntricos repulsores que forem o bastante potentes. Mas não têm a energia suficiente. Spock diz que a equipe não se transportará de volta para não infetar a Enterprise.

McCoy leva a Kirk ao turbo-elevador, e revela que a Copernicus tem plasmócitos, que são sanguessugas regulanas. O Sistema Regulano ficou em quarentena a mais de 100 anos, mas a Copernicus deve ter violado a quarentena. Na Copernicus, seguem buscando um acesso aos registros da nave. Ficam parados, e Peter fala com Alex sobre Kirk e sobre sua última conversa de se casarem. Alex quer falar sobre sua família, mas Peter encontrou alguma coisa e informa Spock.

Na sala de reuniões, falam dos estragos dos klingons, e que alguns levam três turnos sem dormir. Scott fala das dançarinas brilhantes, e Chekov diz que ele as verá porque é russo. Scott diz a Chekov que se encontrar a alguém que vir uma dançarina brilhante, pesquise o que está bebendo, e lhe peça uma caixa. O Comando da Frota Estelar fala a Kirk, e ordena para ele destruir a Copernicus com todos abordo.

Ato 4 Editar

Kirk fala à tripulação dos plasmócitos, e Kirk diz que quando Spock transferir os diários da Copernicus, todos se apartarão de suas consola, e ele pessoalmente destruirá a Copernicus. E quando o confirmar, Kirk enviará sua demissão ao Comando da Frota Estelar e Scott assumirá o comando da Enterprise. Scott se recusa, e Kirk diz a Uhura que ela assumirá o comando e porá Scott sob detenção. Uhura se recusa, e também Chekov e McCoy. Kirk diz que ele deveria os prender a todos por insubordinação, mas nunca tem estado mais orgulhoso deles.

Kirk fala com Spock sobre a ordem da Frota Estelar, e Spock diz que não tem tempo para falar. Enquanto isso, Peter fala com Hodel sobre seu casamento com Alex, e depois conseguem aceder aos registros. Hodel diz que demorará 3 minutos, e Peter fala de como conheceu Alex. Então Hodel é atacado e devorado pelas sanguessugas, e não pode salvar ele. Vêem-se os ossos e o sangue de Hodel, médio devorado, e Peter decide disparar para ele com seu fêiser para que não sofra.

As sanguessugas vão a por Peter, e então os demais vêm proteger a Peter, e encerram-se em um turbo-elevador. As sanguessugas seguem vindo, e com a cada disparo, são mais agressivas. Spock pede a Peter se acalmar, e selam o turbo-elevador. Então falam da ordem da Frota Estelar de destruir a nave, quando umas sanguessugas começam a fundir a porta do turbo-elevador para assassinar o resto da equipe…

Parte 2 Editar

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Introdução Editar

Spock informa a Kirk que a sua posição não é segura, e atacar-lhes-ão as sanguessugas. Kirk pergunta a Scott se os campos repulsores da Copernicus salvar-lhes-ão, mas Spock diz que não podem ser transportados. McCoy diz a Spock que cale, e preparem-se para serem transportados. A equipa é transportada justo quando iam ser assassinados pelas sanguessugas, que destruíram a porta, e a equipa encontra uns sobreviventes da Copernicus.

Acto 1 Editar

Spock apresenta-se, e um homem diz que ficam 15 de 133. O homem apresenta-se como Mackel Blodgett, de Investigação Médica da Frota Estelar. E uma mulher apresenta-se como a doutora Jenna Yar. Eles dizem que a sua missão foi autorizada, e encontraram a forma segura de neutralizar os plasmócitos, e têm de levá-la à Enterprise. Os plasmócitos convertem-se em sanguessugas em quatro dias, e têm 112 minutos para ser salvos ou a nave arderá. Spock diz que a Frota Estelar não autorizou o resgate, e eles dizem que têm a cura. Spock informa à Enterprise.

Na Enterprise, McCoy tenta perceber a cura da Copernicus, sem sucesso, porque falta alguma coisa e com certeza matará ao paciente porque anula os sistemas de transporte de oxigénio do corpo. Kirk e McCoy decidem desobedecer as ordens e salvá-los, e McCoy chama à enfermeira Fontana. Ele pede-lhe muitas coisas para poder curá-los, e logo McCoy vai-se embora. Fontana diz que McCoy está na sala do transportador. Kirk vai à sala do transportador e pergunta-lhe a McCoy o que está a fazer, e McCoy diz que quer tratar aos sobreviventes pessoalmente na Copernicus. Kirk aceita, e McCoy é transportado à Copernicus.

A Enterprise já reparou os motores. Na sala de recreio, Uhura está a falar com Hikaru Sulu, e logo o alferes Jameson diz a Uhura que ele e a sua equipa estão preocupados por se a Enterprise se infectar como a Copernicus. Uhura diz que Kirk não dá as costas a ninguém, e também faria o mesmo se a equipa do alferes Jameson estivesse infectado, e Kirk daria a sua própria vida antes do que arriscar a tripulação.

Yar e Blodgett preparam-se para serem transportados à Enterprise, e Yar diz que nada controla aos plasmócitos, era a arma do Juízo Final. Eles destruíram aos regulanos e a quaisquer que se aproximasse. Yar e Blodgett são transportados, e os demais têm 50 minutos. Alex promete a Peter que superarão esta missão, seja como for. Então a nave klingon Dark Destroyer aparece, e a Enterprise abre um canal com a nave dizendo que não lhes ataquem. Kargh responde e acha que se querem render, e Kirk fala-lhes da sua operação de resgate e as sanguessugas da Copernicus. Kargh acha que mente e diz-lhes a Kirk que se ele não destruir a Copernicus, fá-lo-á ele, e prepara-se para destruí-la. Kirk grita a Kargh se ficou louco.

Acto 2 Editar

Kirk diz a Kargh que cesse o fogo, e ensinar-lhe-á tudo. E abre um canal para que Kargh veja como vai a missão. Kargh diz que admira a sua valentia, é quase klingon. E diz que se tiverem sucesso, terão de destruir-lhes, mas não lhes destruirão agora para poder descobri-lo tudo. Enquanto isso, Kirk diz um velho refrão que é “Quando se apanha um klingon pela cauda”, e Chekov surpreende-se. McCoy diz a Spock que com qualquer aplicação de energia, as sanguessugas estalarão em ondículas para infectar a próxima vítima, e as sanguessugas são uma aberração que aparecem ao interromper-se a capacidade de catálise dos plasmócitos. Se puderem evitar essa interrupção, neutralizar-se-á o perigo dos plasmócitos.

McCoy descobre que não têm suficiente sangue artificial, esgotaram a reserva tratando os feridos, e precisarão de doadores de sangue. Kirk diz à tripulação da Enterprise que precisa de 72 voluntários. Todos os oficiais da ponte, incluído Kirk, oferecem-se menos Miller, quem fica ao comando da nave contente. Os klingons dizem que morrerão todos e desfrutarão vendo-o. Na sala de reuniões da Enterprise, Mackel Blodgett não quer contar nada a Kirk, mas Kirk diz que é a sua nave e encarregar-se-á ele dos klingons, e Blodgett responde que se os klingons deixarem sanguessugas no espaço da Federação, haverá uma destruição a grande escala das formas de vida de sangue vermelho. Jenna Yar dá a Kirk a última cópia do seu diário, e Kirk diz que tudo isto custou a vida de muitas pessoas, e dar-lhes-á uma cópia do diário a quem a necessitar. E ordena a segurança que Yar e Blodgett fiquem nas suas cabines.

Quando vão ser transportados, Spock e McCoy querem ficar e discutem, e Spock diz que tem de ficar ele porque a sua fisiologia vulcaniana requer atenção especial e McCoy é o melhor qualificado para tratá-lo. McCoy aceita, e transporta-se à Enterprise com Rand. Na Copernicus, Alex e Peter falam sobre o belisco mortal vulcaniano, e Spock não pode revelar nada disto. Na Enterprise, McCoy não quer sangue vulcaniana, e Fontana diz que cale. Na Copernicus, agora Peter quer ficar porque é de segurança, mas Spock não quer, e no final Alex injecta hipo-spray a Spock e Peter: ficará Alex. Peter e Alex despedem-se. McCoy ajuda a Fontana para curar a Peter e Spock. Alex injecta-se o hipo-spray, mas o campo repulsor está a falhar e cai, e os klingons observam-no tudo. Peter preocupa-se por Alex, mas Alex decide suicidar-se porque não o podem salvar, e Peter grita «Alex!» e a voz ressoa nas três naves…

Acto 3 Editar

Peter está muito triste pela morte do seu noivo, e diz que a morte de Alex é a sua culpa porque se não tivesse ido, seriam menos um para resgatarem. Kirk responde: “Peter, fazias o teu trabalho”. Logo diz-lhe a Peter que é a única família que tem, e Peter responde que Alex era a sua família porque Kirk sempre estava nalgum lugar do espaço. Kirk diz a Spock que a Enterprise e a tripulação são a sua família, e Spock diz que se lhe tivesse acontecido a ele, Kirk não faria nada diferente.

Na ponte, Kirk diz a Kargh que já viu as provas, e Kargh responde que a Federação usará as sanguessugas como uma arma e tem de destruir-lhes. Mas propõem-lhe que se lhe der uma cópia de todos os dados, não lhes destruirá. Kirk diz que se lhe der os dados, destruir-lhes-á igualmente, e Kargh responde que “apanhou um humano pela cauda”. Spock diz que não podem destruir a Copernicus porque se gerará uma grande nuvem de ondículas, e se a deixarem queimar-se, as ondículas usarão a energia estelar da gigante vermelha para reproduzir-se a velocidade incrível. Kargh diz que a Federação criou morte para todos. McCoy diz que há uma cura, necessitam um catalisador. Mas os plasmócitos só acederão aos catalisadores num fluxo sanguíneo humano. Requererá um voluntário. Kirk não o quer autorizar, e McCoy e Spock discute. Peter quer ser voluntário para estar com Alex, mas Kirk impedir-lho-á, diga o que disser Peter.

Spock mostra a Kirk a parte do diário que Uhura não podia descodificar. Kirk olha-o e pede a Kargh ensinar-lhe outra coisa, e Kargh diz que não se divertiu tanto desde que assassinou o seu avô. Kirk ordena a Kyle desligar os sistemas de armas, e traz Blodgett e Yar à ponte. Yar preocupa-se, e Blodgett diz que assim dará aos klingons uma arma. Kirk diz que esta arma não é honorável. Logo Kirk revela que a missão da Copernicus não tinha nada a ver com acabar com a praga dos plasmócitos, a Copernicus dirigia-se ao espaço klingon. Kargh quer disparar, mas Kirk diz que tem de ouvi-lo tudo. Blodgett diz que isto «terá consequências», como prometeu Kirk anteriormente aos klingons. Logo diz que têm de usar as sanguessugas para acabarem com a ameaça klingon duma vez por todas, e McCoy diz que é um genocídio. Logo Kirk propõe a Kargh uma trégua, mas Kargh diz que não tem razões para confiar nele nem em nenhum humano. Logo diz que necessitam que uma pessoa se sacrifique para salvar a todos, e Kargh diz a Kirk que só está a buscar outra forma de salvar o seu sobrinho. Então Blodgett diz-lhe que não lhe permitirá continuar, e tira um contentor repulso com plasmócitos, ameaçando soltá-los…

Acto 4 Editar

Kirk diz que fiquem todos parados ou todos terão sanguessugas subindo-lhes pelas tripas. Logo diz que a Frota Estelar não tem o valor de usar isto contra os klingons, mas ele sim. Peter tira o fáser e aponta a Blodgett, dizendo que assassinou a todos e a Alex. Kirk ordena-lhe a Peter baixar o fáser, e que a Frota se ocupe. Peter não quer, e Kirk pergunta-lhe se Alex quereria que Peter matasse no seu nome. Peter baixa o fáser, e na distracção, Yar tira-lhe a Blodgett os plasmócitos. Kirk deixa fora de combate a Blodgett dando-lhe um golpe com o seu punho na cara, e pede a segurança tirá-lo da ponte. Blodgett enfada-se com Yar por traição.

Yar diz que tudo tem de terminar aqui, e ela será voluntária. Kirk diz que podem salvá-la, mas Yar diz que tem de fazê-lo ela, e diz-lhe a Peter que lamenta a sua perda, mas esta é a sua responsabilidade, não de Peter. Os plasmócitos estão enfermos, e ela é a cura. Logo Yar diz a Kirk que tem uma filha e quer que lho contem todo e não omita nada, e que a lembre. Kirk diz a Scott que a transporte à Copernicus, e Jenna Yar é transportada. Na Copernicus, Yar injecta-se a cura e absorve todas as ondículas, e desaparece. Logo desaparecem as sanguessugas e forma-se uma borboleta brilhante, Chekov fica surpreendido porque é uma dançarina áurea e todos dizem que é muito gira. Kargh diz que o Alto Comando não acreditará nisto, e ordena pôr rumo a Kronos.

Acto 5 Editar

Peter observa como arde a Copernicus e a dançarina áurea, e está Kirk. Peter pergunta a Kirk se levá-lo-á para um conselho de guerra, e Kirk diz que não, não porque é o seu sobrinho, senão porque Peter não se merece isto. Cometer um erro, não é razão para abandonar. É uma lição para aprender. Peter diz que quer ficar na Enterprise porque é onde serviu Alex. Kirk diz que também quer que Peter fique, e logo diz que na antiguidade, quando um guerreiro caía em combate, punham-no numa embarcação com a sua espada e o seu escudo e prendiam-lhe fogo. Logo diz «Boa viagem» a Mikhail Hodel e a Alex Freeman-Kirk, e Peter lembra o seu noivo e diz que lhe queria muito, e abraça o seu tio chorando. Logo Kirk diz a Peter que olhe pela janela, e vê-se a dançarina áurea.

Na ponte, Kirk diz que o espaço não é a última fronteira, é-o a alma humana. O espaço é onde se encontra o desafio. Logo Kirk ordena-lhe a Chekov traçar um rumo, e a Kyle ordena-lhe tirar a nave desta zona. A Enterprise entra em dobra e vai-se embora, a bailarina áurea também se vai embora em dobra e termina o episódio.

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Introdução Editar

Spock informa a Kirk que sua posição não é segura, e lhes atacarão as sanguessugas. Kirk pergunta a Scott se os campos repulsores da Copernicus lhes salvarão, mas Spock diz que não podem ser transportados. McCoy diz a Spock que cale boca, e se preparem para serem transportados. A equipe é transportada justo quando iam ser assassinados pelas sanguessugas, que tinham destruído a porta, e a equipe encontra uns sobreviventes da Copernicus.

Ato 1 Editar

Spock apresenta-se, e um homem diz que ficam 15 de 133. O homem apresenta-se como Mackel Blodgett, de Investigação Médica da Frota Estelar. E uma mulher apresenta-se como a doutora Jenna Yar. Eles dizem que sua missão foi autorizada, e encontraram a forma segura de neutralizar os plasmócitos, e têm que levar a informação à Enterprise. Os plasmócitos viram sanguessugas em quatro dias, e têm 112 minutos para ser salvos ou a nave arderá. Spock diz que a Frota Estelar não autorizou o resgate, e eles dizem que têm a cura. Spock informa à Enterprise.

Na Enterprise, McCoy tenta entender a cura da Copernicus, sem sucesso, porque falta alguma coisa e com certeza matará ao paciente porque anula os sistemas de transporte de oxigênio do corpo. Kirk e McCoy decidem desobedecer as ordens e salvá-los, e McCoy chama à enfermeira Fontana. Ele pede para ela muitas coisas para poder os curar, e depois McCoy vai embora. Fontana diz que McCoy está na sala do transportador. Kirk vai à sala do transportador e pergunta a McCoy o que está fazendo, e McCoy diz que quer tratar aos sobreviventes pessoalmente na Copernicus. Kirk aceita, e McCoy é transportado à Copernicus.

A Enterprise já consertou os motores. Na sala de recreio, Uhura está falando com Hikaru Sulu, e depois o alferes Jameson diz a Uhura que ele e sua equipe estão preocupados por se a Enterprise se infetar como a Copernicus. Uhura diz que Kirk não dá as costas a ninguém, e também faria o mesmo se a equipe do alferes Jameson estivesse infetada, e Kirk daria sua própria vida antes do que arriscar a tripulação.

Yar e Blodgett estão se preparando para ser transportados à Enterprise, e Yar diz que nada controla aos plasmócitos, era a arma do Julgamento Final. Eles destruíram aos regulanos e a qualquer que se aproximasse. Yar e Blodgett são transportados, e os demais têm 50 minutos. Alex promete a Peter que superarão esta missão, seja como for. Então a nave klingon Dark Destroyer aparece, e a Enterprise abre um canal com a nave dizendo que não ataquem. Kargh responde e acha que querem ser rendidos, e Kirk fala de sua operação de resgate e as sanguessugas da Copernicus. Kargh acha que mente e diz a Kirk que se ele não destruir a Copernicus, o fará ele, e se prepara para destruir a nave. Kirk grita a Kargh «Seu idiota!».

Ato 2 Editar

Kirk diz a Kargh que cesse o fogo, e lhe ensinará tudo. E abre um canal para que Kargh veja como vai a missão. Kargh diz que admira sua valentia, é quase klingon. E diz que se tiverem sucesso, terão que lhes destruir, mas não lhes destruirão agora para poder o descobrir tudo. Enquanto isso, Kirk diz um velho provérbio que é “Quando se pega um klingon pela cauda”, e Chekov fica surpreendido. McCoy diz a Spock que com qualquer aplicação de energia, as sanguessugas estourarão em ondículas para infetar a próxima vítima, e as sanguessugas são uma aberração que aparecem ao se interromper a capacidade de catálise dos plasmócitos. Se puderem evitar essa interrupção, se neutralizará o perigo dos plasmócitos.

McCoy descobre que não têm suficiente sangue artificial, esgotaram a reserva tratando os feridos, e precisarão de doadores de sangue. Kirk diz à tripulação da Enterprise que precisa de 72 voluntários. Todos os oficiais da ponte, incluído Kirk, se oferecem menos Miller, quem fica ao comando da nave contente. Os klingons dizem que morrerão todos e desfrutarão o vendo. Na sala de reuniões da Enterprise, Mackel Blodgett não quer contar nada a Kirk, mas Kirk diz que é sua nave e se encarregará ele dos klingons, e Blodgett responde que se os klingons deixarem sanguessugas no espaço da Federação, terá uma destruição a larga escala das formas de vida de sangue vermelho. Jenna Yar dá a Kirk a última cópia de seu diário, e Kirk diz que tudo isto custou a vida de muitas pessoas, e lhes dará uma cópia do diário a quem a precisar. E ordena a segurança que Yar e Blodgett fiquem em suas cabines.

Quando vão ser transportados, Spock e McCoy querem ficar e discutem, e Spock diz que tem que ficar ele porque sua fisiologia vulcana requer atenção especial e McCoy é o melhor qualificado para o tratar. McCoy aceita, e é transportado à Enterprise com Rand. Na Copernicus, Alex e Peter falam sobre o pinçamento mortal vulcano, e Spock não pode revelar nada disto. Na Enterprise, McCoy não quer sangue vulcana, e Fontana diz que cale boca. Na Copernicus, agora Peter quer ficar porque é de segurança, mas Spock não quer, e ao final Alex injeta hipo-spray a Spock e Peter: ficará Alex. Peter e Alex dizem adeus. McCoy ajuda a Fontana para curar a Peter e Spock. Alex injeta o hipo-spray nele, mas o campo repulsor está falhando e cai, e os klingons observam tudo. Peter fica preocupado por Alex, mas Alex decide se suicidar porque não o podem salvar, e Peter grita «Alex!» e a voz ressoa nas três naves…

Ato 3 Editar

Peter está muito triste pela morte de seu noivo, e diz que a morte de Alex é sua culpa porque se não tivesse ido, seria um a menos para resgatarem. Kirk responde: “Peter, você estava fazendo seu trabalho”. Depois diz a Peter que é a única família que tem, e Peter responde que Alex era sua família porque Kirk sempre estava em algum local do espaço. Kirk diz a Spock que a Enterprise e a tripulação são sua família, e Spock diz que se isso tivesse acontecido com ele, Kirk não faria nada diferente.

Na ponte, Kirk diz a Kargh que já viu as provas, e Kargh responde que a Federação usará as sanguessugas como uma arma e tem que lhes destruir. Mas propõe que se lhe der uma cópia de todos os dados, não lhes destruirá. Kirk diz que se lhe der os dados, lhes destruirá igualmente, e Kargh responde que “pegou um humano pela cauda”. Spock diz que não podem destruir a Copernicus porque se gerará uma grande nuvem de ondículas, e se a deixarem se queimar, as ondículas usarão a energia estelar da gigante vermelha para se reproduzir a velocidade incrível. Kargh diz que a Federação criou morte para todos. McCoy diz que há uma cura, precisam de um catalisador. Mas os plasmócitos só acederão aos catalisadores em um fluxo sanguíneo humano. Requererá um voluntário. Kirk não o quer autorizar, e McCoy e Spock discute. Peter quer ser voluntário para estar com Alex, mas Kirk impedirá isso, diga o que disser Peter.

Spock mostra a Kirk a parte do diário que Uhura não podia descodificar. Kirk olha estes dadoos e pede a Kargh lhe ensinar outra coisa, e Kargh diz que não tinha estado se divertindo tanto desde que assassinou seu avô. Kirk ordena a Kyle desligar os sistemas de armas, e traz a Blodgett e Yar à ponte. Yar fica preocupada, e Blodgett diz que assim dará aos klingons uma arma. Kirk diz que esta arma não é honorável. Depois Kirk revela que a missão da Copernicus não tinha nada que ver com acabar com a praga de plasmócitos, a Copernicus se dirigia ao espaço klingon. Kargh quer disparar, mas Kirk diz que tem que ouvir tudo. Blodgett diz que isto «terá consequências», como prometeu Kirk anteriormente aos klingons. Depois diz que têm que usar as sanguessugas para acabarem com a ameaça klingon de uma vez por todas, e McCoy diz que é um genocídio. Depois Kirk propõe a Kargh uma trégua, mas Kargh diz que não tem razões para confiar nele nem em nenhum humano. Depois diz que precisam de uma pessoa se sacrificar para salvar a todos, e Kargh diz a Kirk que só está buscando outra forma de salvar seu sobrinho. Então Blodgett diz que não permitirá para Kirk continuar, e pega um contentor repulso com plasmócitos, ameaçando os soltar…

Ato 4 Editar

Kirk diz que fiquem todos parados ou todos terão sanguessugas subindo pelas tripas. Depois diz que a Frota Estelar não tem o valor de usar isto contra os klingons, mas ele sim. Peter pega o fêiser e aponta a Blodgett, dizendo que assassinou a todos e a Alex. Kirk ordena Peter baixar o fêiser, e que a Frota se ocupe. Peter não quer, e Kirk lhe pergunta se Alex quereria que Peter matasse em seu nome. Peter baixa o fêiser, e na distração, Yar tira a Blodgett os plasmócitos. Kirk deixa fora de combate a Blodgett lhe dando um golpe com seu punho na face, e pede a segurança tirar ele da ponte. Blodgett fica enfadada com Yar por traição.

Yar diz que tudo tem que terminar aqui, e ela será voluntária. Kirk diz que podem a salvar, mas Yar diz que tem que fazer isso ela, e diz a Peter que lamenta sua perda, mas esta é sua responsabilidade, não de Peter. Os plasmócitos estão doentes, e ela é a cura. Depois Yar diz a Kirk que tem uma filha e quer que contem para ela tudo e não ignorem nada, e que a lembre. Kirk diz a Scott para transportar ela à Copernicus, e Jenna Yar é transportada. Na Copernicus, Yar injeta nela a cura e absorve todas as ondículas, e desaparece. Depois desaparecem as sanguessugas e é formada uma borboleta brilhante, Chekov fica surpreendido porque é uma dançarina brilhante e todos dizem que é preciosa. Kargh diz que o Alto Comando não acreditará nisto, e ordena pôr rumo para Kronos.

Ato 5 Editar

Peter observa como arde a Copernicus e a dançarina brilhante, e está Kirk. Peter pergunta a Kirk se levará ele a um conselho de guerra, e Kirk diz que não, não porque é seu sobrinho, senão porque Peter não merece isso. Cometer um erro, não é razão para abandonar. É uma lição para aprender. Peter diz que quer ficar na Enterprise porque é onde serviu Alex. Kirk diz que também quer que Peter fique, e depois diz que na antiguidade, quando um guerreiro caía em combate, punham ele em um bote com sua espada e seu escudo e prendiam fogo. Depois diz «Boa viagem» a Mikhail Hodel e a Alex Freeman-Kirk, e Peter lembra seu noivo e diz que amava ele muito, e abraça seu tio chorando. Depois Kirk diz a Peter que olhe pela janela, e se vê a dançarina brilhante.

Na ponte, Kirk diz que o espaço não é a última fronteira, é a alma humana. O espaço é onde se encontra o desafio. Depois Kirk ordena a Chekov traçar um rumo, e a Kyle ordena tirar a nave dessa zona. A Enterprise entra em dobra e vai embora, a dançarina brilhante também vai embora em dobra e termina o episódio.

Elenco Editar

Principais Editar

Convidados Editar

  • Denise Crosby como Dra. Jenna Yar
  • Evan Fowler como Alex Freeman
  • Bill Blair como Comandante Mackel Blodgett

Baixadas Editar

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